S. Miguel e Todos os Anjos – 29 de setembro

S. Mateus 18,1-10

Quem é o mais importante no Reino do Céu? Ante a pergunta do discípulo, Jesus divide o seu discurso em três partes: desmonta as grandezas dos pensamentos dos seus discípulos (pois o Reino não é para aqueles que se fazem grandes mas sim para os pequeninos); ameaça quem fizer qualquer mal a um pequenino; e diz como Deus se agrada de reaver um pequenino que estava perdido. Este discurso leva os discípulos de uma posição de superiores para uma posição de igualdade aos pequeninos. Ao invés de valorizarem o poder, a vaidade, são levados a colocarem-se à disposição.

E Jesus faz tudo isso porque percebe a grande vontade deles em participar do Reino dos Céus!
Esta mensagem é para todos nós, que somos os discípulos de hoje. Temos de abdicar dos conceitos que formamos sobre nós mesmos, criados pelas posições que ocupamos (até dentro da Igreja), que muitas vezes nos levam a considerarmo-nos os melhores de todos (e por isso merecedores de um lugar de destaque e consequentemente superiores). Ao invés de valorizarmos o poder, a vaidade, Jesus quer que nos coloquemos à disposição, como servidores dos outros.

Portanto, a lição prática que podemos levar conosco para a nossa vida hoje e sempre:
1) A humildade e simplicidade, ingenuidade no pecado e pureza do coração representados pela criança, símbolo dos órfãos, excluídos, pobres e marginalizados pela sociedade; 2) O acolhimento que devemos sempre dar a estes excluídos; 3) E, por último, não só acolher mas (e sobretudo) sair em busca de todos os “pequeninos” que se perderam, e resgatá-los.

Adaptado de liturgiadiariadapalavra.blogspot.co

José Manuel Santos

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