33.º Domingo Comum – 14 de novembro

S. Marcos 13,24-32

Neste excerto bíblico, Jesus afirmaeu asseguro a vocês que não passará esta geração até que todas estas coisas aconteçam”. E, com efeito, após a Sua morte humana (“após aquela tribulação”), houve um fenómeno de escuridão (provavelmente um eclipse do sol: “o sol escurecerá e a lua não dará a sua luz”) e os poderes celestes vinculados ao judaísmo (os discípulos de Nosso Senhor eram quase todos judeus) foram simbolicamente colocados em causa com o rasgão do véu do templo (que simboliza a separação entre o espaço sagrado e o espaço físico dos fiéis, nas sinagogas): “poderes celestes serão abalados”.

Seguidamente, o Senhor afirma que então o tempo final estará próximo: de facto, 3 dias depois a Sua ressurreição em carne liquidou a morte e uma nova humanidade começou. Quando acabará? Quando Deus o decidir, lembrando-nos de que a criação da nova humanidade é algo contínuo, e de nossa responsabilidade: “os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão”.

Clara Oliveira

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